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Parque Nacional da Serra da Capivara registra mais de 8 mil visitações em julho

Movimentação representa crescimento de 4% em relação a julho de 2025

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O Parque Nacional da Serra da Capivara registrou 8.164 visitações durante o mês de julho de 2026, resultado que reforça o crescimento do turismo em um dos principais destinos do Piauí e Patrimônio Mundial reconhecido pela Unesco.

O número representa um crescimento de aproximadamente 4% em relação a julho de 2025, quando foram contabilizados 7.853 visitantes. Na comparação entre os dois períodos, foram 311 registros a mais.

Foto: DivulgaçãoParque Nacional da Serra da Capivara registra mais de 8 mil visitações em julho
Parque Nacional da Serra da Capivara registra mais de 8 mil visitações em julho

A movimentação impacta diretamente os prestadores de serviços, condutores de visitantes, meios de hospedagem, restaurantes, empreendedores e demais profissionais que integram a cadeia produtiva do turismo na região da Serra da Capivara.

Entre os circuitos monitorados em julho, o Boqueirão da Pedra Furada (BPF) concentrou o maior fluxo, com 5.860 visitações. Na sequência aparecem o Circuito 020, com 1.583; Serra Branca, com 572; e Serra Vermelha, com 149.

Para a chefe do Parque Nacional da Serra da Capivara, Marian Helen da Silva Gomes Rodrigues, os números representam uma conquista importante para o território e para todos os profissionais que trabalham diariamente com o turismo.

“Esses números representam um recorde importante e certamente refletem de forma positiva no trabalho dos prestadores de serviços, dos empreendedores e de toda a cadeia do turismo da região”, destaca Marian Helen.

A chefe do Parque também ressalta a contribuição dos condutores de visitantes, que desempenham papel fundamental na apresentação das riquezas naturais, culturais e arqueológicas da unidade de conservação de maneira responsável e consciente.

Ao mesmo tempo em que os números demonstram o crescimento da visitação, eles também apontam para a necessidade de ampliar a distribuição do fluxo turístico. A maior parte das visitações ficou concentrada no Boqueirão da Pedra Furada, reforçando a importância de incentivar outros circuitos e proporcionar aos visitantes novas experiências dentro do Parque.

“O crescimento do turismo deve caminhar junto com o planejamento, a conservação do patrimônio e a qualidade da experiência oferecida aos visitantes”, reforça Marian Helen.

Turismo e desenvolvimento sustentável

O secretário de Estado do Turismo do Piauí, Daniel Oliveira, destaca que os resultados demonstram o fortalecimento da Serra da Capivara como um dos principais destinos turísticos do estado e reforçam a importância da atuação integrada para ampliar os benefícios econômicos e sociais gerados pela atividade.

“Ultrapassar a marca de 8 mil visitações em julho mostra a força da Serra da Capivara e o potencial que temos para avançar ainda mais. Nosso trabalho é fortalecer a promoção do destino, estimular a permanência do visitante na região e incentivar novos roteiros, fazendo com que esse crescimento gere oportunidades para guias, condutores, empreendedores, meios de hospedagem, restaurantes e toda a cadeia do turismo. Tudo isso precisa acontecer de maneira sustentável, respeitando e preservando esse patrimônio que é motivo de orgulho para o Piauí e para o Brasil”, afirma o gestor.

Visitações registradas em julho de 2026

* Boqueirão da Pedra Furada (BPF): 5.860
* Circuito 020: 1.583
* Serra Branca: 572
* Serra Vermelha: 149
* Total: 8.164 visitações

Localizado no sudeste do Piauí, o Parque Nacional da Serra da Capivara abriga um dos mais importantes patrimônios arqueológicos do mundo e possui papel estratégico para o desenvolvimento do turismo sustentável no estado.

O avanço registrado em julho reforça o potencial turístico da região e, ao mesmo tempo, o desafio de distribuir melhor o fluxo de visitantes entre os diferentes circuitos. A estratégia busca conciliar o crescimento econômico proporcionado pelo turismo com a conservação ambiental, a preservação do patrimônio arqueológico e a valorização das comunidades e dos profissionais que vivem da atividade na região.

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